20 oct. 2016

Bob Dylan

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nome completo— Robert Allen Zimmerman
Nascimento— 24 de maio de 1941
Origem— Duluth, Minnesota
País— Estados Unidos
Gênero(s)— Rock Folk Country
Instrumento(s) Voz, violão, baixo, gaita, guitarra, piano
Período em atividade— 1959 - presente
Página oficial www.bobdylan.com

Bob Dylan (nome artístico de Robert Allen Zimmerman; Duluth, 24 de maio de 1941) é um compositor, cantor, pintor, ator e escritor norte-americano.

Nascido no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus russos, aos dez anos de idade escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock mas quando foi para a Universidade em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário Woody Guthrie, a quem foi visitar em Nova Iorque em 1961.

Em 2004, foi eleito pela renomada revista Rolling Stone o 7º maior cantor de todos os tempos e, pela mesma revista, o 2º melhor artista da música de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos. Influenciou diretamente grandes nomes do rock americano e britânico dos anos de 60 e 70.

Ganhou o Prêmio Nobel da Literatura em 13 de outubro de 2016 por "ter criado novos modos de expressão poética no quadro da tradição da música americana". E, assim, tornou-se o primeiro e único artista na história a ganhar, além do Prêmio Nobel, o Oscar, Grammy e o Globo de Ouro.



Knockin' On Heaven's Door
Mama, take this badge off of me
I can't use it anymore.
It's gettin' dark, too dark to see
I feel I'm knockin' on heaven's door.


Knock, knock, knockin' on heaven's door (x4)


Mama, put my guns in the ground
I can't shoot them anymore.
That long black cloud is comin' down
I feel I'm knockin' on heaven's door.

Knock, knock, knockin' on heaven's door (x4)



Batendo na porta do céu

Mãe tire o distintivo de mim
Que eu não posso mais usá-lo
Está escuro demais pra ver
Me sinto até batendo na porta do céu


Bate, bate, bate na porta do céu (x4)


Mãe, guarde esses revólveres pra mim
Com eles nunca mais vou atirar
A grande nuvem escura já me envolveu
Me sinto até batendo na porta do céu

Bate, bate, bate na porta do céu (x4)
video




It's all over now, baby blue

You must leave now, take what you need,
you think will last
But whatever you wish to keep,
you better grab it fast
Yonder stands your orphan with his gun
Crying like a fire in the sun
Look out the saints are comin’ through
And it’s all over now, Baby Blue
The highway is for gamblers,
better use your sense
Take what you have gathered from coincidence
The empty-handed painter from your streets
Is drawing crazy patterns on your sheets
This sky, too, is folding under you
And it’s all over now, Baby Blue
All your seasick sailors, they are rowing home
All your reindeer armies, are all going home
The lover who just walked out your door
Has taken all his blankets from the floor
The carpet, too, is moving under you
And it’s all over now, Baby Blue

Leave your stepping stones behind,
something calls for you
Forget the dead you’ve left,
they will not follow you
The vagabond who’s rapping at your door
Is standing in the clothes that you once wore
Strike another match, go start anew
And it’s all over now, Baby Blue 
video

Negro amor

Vá, se mande, junte tudo que puder levar
Ande, tudo que parece seu
É bom que agarre já

Seu filho feio e louco ficou só
Chorando, feito fogo, à luz do sol
Os alquimistas já estão no corredor
E não tem mais nada, negro amor

A estrada é pra você
E o jogo é a indecência
Junte tudo que você conseguiu
por coincidência
E o pintor de rua, que anda só
Desenha maluquice em seu lençol
Sob seus pés, o céu também rachou
E não tem mais nada, negro amor

Seus marinheiros mareados
abandonam o mar
Seus guerreiros desarmados
não vão mais lutar
Seu namorado já vai dando o fora levando os cobertores, e agora? Até o tapete,
sem você, voou
E não tem mais nada, negro amor

As pedras do caminho deixe para trás
Esqueça os mortos,
eles não levantam mais
O vagabundo esmola pela rua
Vestindo a mesma roupa que foi sua
Risque outro fósforo, outra vida
Outra luz, outra cor
E não tem mais nada, negro amor

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